PRINCÍPIOS

EDITORIAIS

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Desde que mídia surgiu sabemos que a informação é poder e hoje vivemos num mundo de super informação, todos a têm, todos a difundem. Mas existe uma diferença fundamental de alcance e de cuidado com a informação de ontem e de hoje. Nós enquanto pessoas temos cada

vez menos tempo para checar fatos, compreender histórias e se distanciar do acontecimento, ao mesmo tempo em que quando temos o que falar somos limitados pelo nosso alcance. 

Recai ainda sob a imprensa o papel de dar voz e visibilidade a quem precisa, de se posicionar ao lado da verdade e da pluralidade.  Isto é,  enquanto um coletivo de jovens não nos cabe apenas difundir a informação, mas ouvir, checar e especialmente dar voz a quem precisa falar. 

Estamos a serviço de articular informações locais com o contexto nacional e mundial, de empoderar mulheres, pretos e LGTBQI+, de mostrar que uma mídia jovem e alternativa têm força para pautar o que precisa ser falado e nunca foi. 

Por isso, nos guiamos pelos seguintes princípios editoriais: 
 

INFORMAÇÃO VERDADEIRA É O ANTÍDOTO

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Checar todas informações e só publicar o que pode ser comprovado 

 


Estar atento ao erro, corrigi-lo, minimizar seus danos e dar tanta importância a ele quanto ao que acertamos

 


Garantir espaço ao contraditório e às disputas de narrativas, se estiverem pautadas em visões que possam ser comprovadas

 


Garantir a diferenciação visível entre notícia, mesmo que interpretada, de material opinativo

 


Equilibrar a integridade enquanto coletivo com as necessidades financeiras, garantindo distinção entre o material pago e o material jornalístico  

1.

2.

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4.

5.

RESPEITO E QUALIDADE

SÃO VALORES INDISPENSÁVEIS

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11.

Ser criterioso em trazer informação resumida mas completa sobre os fatos

 


Pautar o que for de interesse público e questões latentes de Mauá e região, para em seguida expandir o cenário

 


Promover o conhecimento como solução de conflitos 

 


Dar voz a quem foi calado ou preterido, pensando especialmente em juventude, mulheres, pretos, pardos e indígenas, pessoas com deficiências e a população LGBTQI+

 


Agir em consonância com os direitos humanos
 

 

Rechaçar a censura, o encobrimento de evidências e os abusos da liberdade de expressão

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DEVEMOS

ENTENDER A

DESIGUALDADE

12.

13.

14.

Equilibrar a relação de poderes, garantindo uma representatividade justa
 

Compreender especificidades de cada contexto e cada pessoa
 

 

Pautar o que é relevante, sem esquecer que a relevância é uma questão de poder

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